6 dicas de como contar uma boa história

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6 dicas de como contar uma boa história

Smartalk
Escrito por Smartalk em 9 de outubro de 2017
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Toda criança gosta de ouvir histórias, certo? Errado. Não só as crianças, mas todos nós, independente da idade, sexo, cultura e etnia, gostamos de uma boa história. As histórias fazem parte da nossa memória e mesmo que inconscientemente, pensamos nelas a maior parte do tempo, influenciando nas nossas ações e na própria comunicação.

Lembro-me nitidamente das fábulas que li quando criança, dos filmes clássicos que assisti, de novelas de sucesso que marcaram a época e até de propagandas emocionantes. Meu gosto por uma boa história sempre me acompanhou, influenciando até na minha escolha profissional como jornalista e posteriormente como roteirista.

As histórias tem o poder de nos influenciar, educar e alertar naturalmente. Aquilo que nos é contado desde a infância é levado para o resto da vida e torna-se parte do que somos como pessoas. 

Muitas empresas vêm utilizando esse poder como ferramenta para vender serviços e produtos. No ambiente corporativo, as histórias são consideradas um método de aplicação do marketing – o Storytelling, que ajuda a conectar e engajar pessoas, além de gerar empatia,  emoções e conexões em níveis intangíveis que nem sempre conscientemente compreendemos.

Isso acaba criando uma identificação e/ou ligação com a marca, o que contribui muito para as vendas e a imagem da própria empresa.

Mas como construir uma boa história? Abaixo, separei 6 dicas pra você que não sabe por onde começar:

1. Organize suas ideias

Toda história tem começo meio e fim, mas nem sempre o início precisa estar no começo.  A história pode iniciar pelo fim desde que tenha uma sequência lógica conservando a ordem cronológica dos acontecimentos. Para isso, tenha bem definido o que deseja falar, pra quem e onde pretende chegar.

2. Construa um bom enredo

O enredo é o esqueleto da história, a base que reúne toda a sucessão de acontecimentos que constituem a ação, e que está ligado diretamente aos personagens. O fluxo narrativo deve ser construído como uma forma de antecipar o que vem a seguir, criando sentido e expectativa no público que deseja ver o que vem em seguida.

3. Crie personagens

Não só crie, mas se aprofunde nos seus personagens, e isso vai tornar a sua história mais imersiva. Brinque com as características de cada um, como sotaques, marcas, estilo e traumas, por exemplo, o que vai torna-los ainda mais reais, contribuindo para uma fácil identificação com a história.E lembre-se: um personagem não deve se tornar admirável só pelo seu sucesso, e sim pela sua tentativa. Por isso, foque na sua jornada durante o enredo.

4. Aborde sempre algum tipo de mudança

Uma transformação do personagem ou uma reviravolta na trama vai criar uma mudança no próprio público. No mundo real passamos por mudanças diárias em nossas vidas, e ao mostrar isso na sua história vai aproximá-la da realidade, passando segurança para as pessoas. Resumindo: mostre algo real em que os clientes possam confiar.

O modelo Problema-Solução-Sucesso, por exemplo, é simples e funciona – e por isso que as histórias simples são sempre melhores.

5. Faça ganchos com o que pretende ao contar a história

Fazer com que o público se interesse pela sua história não é suficiente se você está usando isso como ferramenta para atrair clientes. Pense em um gancho para ligá-la ao tema que realmente deseja levantar, como a venda de um produto, por exemplo.

Esse gancho não precisa ser feito no começo da história necessariamente. Se a ideia é contar a história e depois explicar a sua função, tudo bem. Ela só não pode ficar jogada e sem sentido. É preciso ter conexões com o assunto tratado para que ela seja absorvida e entendida corretamente pelo público.

6. Seja um bom contador

Com um bom contador, é possível mergulhar na narrativa, ficando até difícil saber se é real ou ficção. Esteja atento aos pequenos detalhes que farão diferença ao atrair a atenção do público. O segredo é sempre surpreender e criar expectativa encima dos acontecimentos.

Por mais que haja um interesse, uma intenção por trás, as histórias servem para tocar, emocionar e, principalmente, serem guardadas na memória. Uma boa história jamais envelhece e pode ser sempre recontada por qualquer pessoa, independente da idade que tenha.

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